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Nova Tabela Brasileira de Composição de Alimentos analisa refeições bem conhecidas, como a feijoada

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Produzida pela USP, a tabela é essencial para nutricionistas e nutrólogos

O Centro de Pesquisa em Alimentos (FoRC ou Food Research Center), sediado na USP, lançou, no dia 16 de outubro, considerado o Dia Mundial da Alimentação, uma nova versão da Tabela Brasileira de Composição de Alimentos (TBCA). A lista é a primeira do gênero na América Latina a ser disponibilizada na internet e, atualmente, é a mais abrangente feita no Brasil, trazendo a composição nutricional de 1,9 mil alimentos, incluindo crus e cozidos, produtos manufaturados e pratos compostos.

O acesso às tabelas de composição química dos alimentos é a base para se entender a área de nutrição – devido à informação sobre valores energéticos e nutrientes essenciais. É a essas tabelas que os nutricionistas e nutrólogos recorrem para montar cardápios e personalizar dietas, por exemplo.

A nova versão da TBCA traz algumas novidades: a composição nutricional das receitas mais comuns consumidas pelos brasileiros, como feijoada, arroz e feijão; a possibilidade de o usuário fazer buscas por nutrientes específicos, por exemplo, alimentos fontes de proteínas dentro do grupo dos vegetais; e uma ferramenta de avaliação de ingestão energética.

“Temos na tabela dados de alimentos prontos para consumo já adicionados de sal, de óleo e de tempero, diferente de outras tabelas, que trazem alimentos preparados, mas não necessariamente prontos para consumo, como arroz cozido sem sal, por exemplo. Estamos montando as receitas a partir dos alimentos mais citados nas pesquisas sobre consumo alimentar, que são os mais consumidos pelos brasileiros“, comenta Kristy Soraya Coelho, pesquisadora do FoRC.

Para utilizar a ferramenta de avaliação de ingestão de energia no site da TBCA, qualquer pessoa pode se cadastrar e descrever os alimentos que ingeriu em uma determinada refeição. “Com base nesses dados, a ferramenta vai calcular o quanto ele consumiu de energia“, afirma a pesqusiadora da USP.

Vale ressaltar que essa ferramenta, entretanto, permite apenas uma consulta pontual pelos consumidores, já que a análise do perfil nutricional da refeição deve ser feito semrpe por um profissional da área.


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Fonte:(com Jornal USP)
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